Vivo condenado pela lei. Pois um criminoso me tornei. Matei aquela traidora e o seu amante Que de maneira tão humilhante. Ennvergonhava o meu viver.
Ao chegar um dia no meu lar. Vi mais eu não pude acreditar. Meus olhos não me enganavam era verdade. No capital da felicidade. Eu tinha um sócio sem eu saber.
O tribunal que me julgou e me condenou. Porque não era o tribunal do coração. Absolvido eu serei por quem amou. E como eu sentiu a dor de uma traição
Compositores: Alberto de Souza Calcada (Alberto Calcada) (SBACEM), Diogo Mulero (Palmeira) (UBC)Publicado em 2010 (31/Ago) e lançado em 1966 (02/Fev)ECAD verificado obra #3193670 e fonograma #1767201 em 10/Abr/2024