O axé brasileiro perdeu uma de suas vozes mais marcantes. Netinho morreu na manhã desta terça-feira (13), aos 60 anos, em Salvador, por complicações de um linfoma não-Hodgkin. O cantor baiano era o dono de "Milla", um dos maiores hinos de carnaval dos anos 90.
Dois anos de tratamento contra a doença
Netinho enfrentava o câncer desde o início de 2025. Diagnosticado com o linfoma não-Hodgkin, chegou a entrar em remissão após o tratamento, mas revelou em maio de 2026 que a doença havia voltado. Nas últimas semanas, o quadro evoluiu para insuficiência renal e disfunção de múltiplos órgãos.
A piora recente vinha sendo acompanhada de perto pelos fãs. No fim de setembro, o artista foi internado em Salvador após a recidiva e, mesmo em meio à quimioterapia, chegou a tranquilizar os seguidores com bom humor.
Do Recôncavo aos carnavais do Brasil
Nascido em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, Ernesto de Souza Andrade Júnior adotou o nome artístico Netinho e se tornou um dos rostos da explosão do axé music. Antes do sucesso solo, foi fundador e vocalista da Banda Beijo, grupo que ajudou a popularizar o gênero pelo país.
Foi na carreira solo, a partir de meados dos anos 90, que ele emplacou os sucessos que o eternizaram. "Milla" virou trilha obrigatória de micaretas e festas de verão, com um refrão feito para cantar em coro.
A lista de hinos não parava por aí. "Beijo na Boca", "Menina" e "Fim de Semana" completam o repertório que embalou uma geração e ainda hoje aparece nas playlists de axé.
Com a morte de Netinho, o axé se despede de um dos nomes que levaram o som da Bahia para todo o Brasil nas décadas de 1990 e 2000, deixando um repertório que segue vivo nas festas e nas rádios.
Dois anos de tratamento contra a doença
Netinho enfrentava o câncer desde o início de 2025. Diagnosticado com o linfoma não-Hodgkin, chegou a entrar em remissão após o tratamento, mas revelou em maio de 2026 que a doença havia voltado. Nas últimas semanas, o quadro evoluiu para insuficiência renal e disfunção de múltiplos órgãos.
A piora recente vinha sendo acompanhada de perto pelos fãs. No fim de setembro, o artista foi internado em Salvador após a recidiva e, mesmo em meio à quimioterapia, chegou a tranquilizar os seguidores com bom humor.
Do Recôncavo aos carnavais do Brasil
Nascido em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, Ernesto de Souza Andrade Júnior adotou o nome artístico Netinho e se tornou um dos rostos da explosão do axé music. Antes do sucesso solo, foi fundador e vocalista da Banda Beijo, grupo que ajudou a popularizar o gênero pelo país.
Foi na carreira solo, a partir de meados dos anos 90, que ele emplacou os sucessos que o eternizaram. "Milla" virou trilha obrigatória de micaretas e festas de verão, com um refrão feito para cantar em coro.
A lista de hinos não parava por aí. "Beijo na Boca", "Menina" e "Fim de Semana" completam o repertório que embalou uma geração e ainda hoje aparece nas playlists de axé.
Com a morte de Netinho, o axé se despede de um dos nomes que levaram o som da Bahia para todo o Brasil nas décadas de 1990 e 2000, deixando um repertório que segue vivo nas festas e nas rádios.








