A eliminação do Brasil na Copa do Mundo de 2026, confirmada neste domingo, 5, reacendeu uma velha brincadeira entre os torcedores. Desta vez, o alvo não é o técnico nem os jogadores, mas Harry Styles, apontado por fãs como o mais novo pé-frio da seleção.
(Foto: Reprodução Instagram)
A teoria, destacada por sites como Terra e o da revista Veja, é simples: sempre que o cantor britânico faz shows no Brasil em ano de Copa, a seleção acaba eliminada. E a coincidência se repete desde 2014.
Tudo começou naquele ano, quando Harry desembarcou pela primeira vez no país ainda com o One Direction. Ele chegou a tatuar a palavra "Brasil" na coxa. A homenagem, porém, coincidiu com o histórico 7 a 1 sofrido para a Alemanha.
Em 2018, já em carreira solo, o astro voltou a se apresentar no Rio e em São Paulo. O roteiro se repetiu, e o Brasil deu adeus ao Mundial. Quatro anos depois, em 2022, ele estava em solo brasileiro pela Love On Tour quando a Croácia eliminou a seleção.
Agora, em 2026, o padrão assustou os supersticiosos. Com apresentações marcadas para julho no país, Harry mais uma vez estava por perto quando o sonho do hexa ruiu. Coincidência? Talvez. Mas a fama de pé-frio já colou.
O cantor entra assim para um clube nada invejável, ao lado de Mick Jagger. O vocalista dos Rolling Stones carrega há anos o apelido de urucubaca do esporte, por torcer publicamente para times que acabam eliminados.
Enquanto o debate esquenta nas redes, vale lembrar que a suposta maldição não afeta a música. Faixas como "As It Was" seguem entre as mais ouvidas do artista no Vagalume.
Do repertório de arena, clássicos como "Sign Of The Times" e "Watermelon Sugar" devem embalar os shows brasileiros, agora sob o olhar atento (e desconfiado) da torcida.
Se depender das celebridades, a Copa de 2026 promete render histórias fora de campo, como quando Travis Scott ganhou uma camisa da Noruega mesmo torcendo pelo Brasil. Resta saber se, mirando 2030, alguém vai pedir a Harry para adiar a próxima turnê.
(Foto: Reprodução Instagram)
A teoria, destacada por sites como Terra e o da revista Veja, é simples: sempre que o cantor britânico faz shows no Brasil em ano de Copa, a seleção acaba eliminada. E a coincidência se repete desde 2014.
Tudo começou naquele ano, quando Harry desembarcou pela primeira vez no país ainda com o One Direction. Ele chegou a tatuar a palavra "Brasil" na coxa. A homenagem, porém, coincidiu com o histórico 7 a 1 sofrido para a Alemanha.
Em 2018, já em carreira solo, o astro voltou a se apresentar no Rio e em São Paulo. O roteiro se repetiu, e o Brasil deu adeus ao Mundial. Quatro anos depois, em 2022, ele estava em solo brasileiro pela Love On Tour quando a Croácia eliminou a seleção.
Agora, em 2026, o padrão assustou os supersticiosos. Com apresentações marcadas para julho no país, Harry mais uma vez estava por perto quando o sonho do hexa ruiu. Coincidência? Talvez. Mas a fama de pé-frio já colou.
O cantor entra assim para um clube nada invejável, ao lado de Mick Jagger. O vocalista dos Rolling Stones carrega há anos o apelido de urucubaca do esporte, por torcer publicamente para times que acabam eliminados.
Enquanto o debate esquenta nas redes, vale lembrar que a suposta maldição não afeta a música. Faixas como "As It Was" seguem entre as mais ouvidas do artista no Vagalume.
Do repertório de arena, clássicos como "Sign Of The Times" e "Watermelon Sugar" devem embalar os shows brasileiros, agora sob o olhar atento (e desconfiado) da torcida.
Se depender das celebridades, a Copa de 2026 promete render histórias fora de campo, como quando Travis Scott ganhou uma camisa da Noruega mesmo torcendo pelo Brasil. Resta saber se, mirando 2030, alguém vai pedir a Harry para adiar a próxima turnê.








