A poucos dias de lançar seu novo álbum, "Confessions 2", marcado para esta sexta-feira (3), Madonna resolveu mirar em um dos temas mais polêmicos do momento na indústria. Em entrevista à edição italiana da Vogue, a cantora se posicionou de forma direta contra o uso de inteligência artificial na criação artística.
Para a rainha do pop, a tecnologia caminha na direção oposta daquilo que ela entende como arte. "Algoritmos e inteligência artificial são o oposto de correr riscos e, para mim, isso é o oposto de fazer arte", afirmou à publicação.
Madonna também lamentou o que considera a perda de um ambiente criativo coletivo. "Antigamente, você estava rodeado de pintores, músicos, dançarinos e artistas, todos juntos, trabalhando a partir de uma conexão muito pura. Eu valorizo muito essa experiência. Hoje em dia, isso não acontece mais", disse a artista.
A crítica aparece na letra de seu single mais recente, "Bring Your Love (With Sabrina Carpenter)", parceria com Sabrina Carpenter. A cantora citou o trecho ao explicar como enxerga a lógica atual do mercado, hoje guiada por número de seguidores e contratos baseados em audiência.
"É por isso que eu digo 'Don't try to distract me with numbers / I did it all for love' (não tente me distrair com números / Eu fiz tudo por amor)", contou, sobre o verso que resume sua postura diante da indústria movida por métricas.
Ao falar de seu processo criativo, Madonna defendeu o valor das pausas e do silêncio. "Eu gosto de fazer pausas e desaparecer. É assim que você alimenta sua imaginação", afirmou. Para ela, ser artista de verdade significa viver em busca de inspiração, de novos desafios e de estímulos constantes.
Não é a primeira vez que a cantora se incomoda com a tecnologia no meio artístico. Durante a pré-estreia do curta "Confessions 2 - The Film", no Beacon Theater, em Nova York, ela pediu que a plateia guardasse os celulares. "Larguem esses malditos celulares e interajam uns com os outros", disparou na ocasião.
Segundo Madonna, a necessidade constante de documentar tudo mudou a forma como as pessoas vivem e se relacionam. O recado reforça o tom do novo trabalho, que chega às plataformas nesta sexta-feira como continuação direta do clássico "Confessions on a Dance Floor", de 2005.
Para a rainha do pop, a tecnologia caminha na direção oposta daquilo que ela entende como arte. "Algoritmos e inteligência artificial são o oposto de correr riscos e, para mim, isso é o oposto de fazer arte", afirmou à publicação.
Madonna também lamentou o que considera a perda de um ambiente criativo coletivo. "Antigamente, você estava rodeado de pintores, músicos, dançarinos e artistas, todos juntos, trabalhando a partir de uma conexão muito pura. Eu valorizo muito essa experiência. Hoje em dia, isso não acontece mais", disse a artista.
A crítica aparece na letra de seu single mais recente, "Bring Your Love (With Sabrina Carpenter)", parceria com Sabrina Carpenter. A cantora citou o trecho ao explicar como enxerga a lógica atual do mercado, hoje guiada por número de seguidores e contratos baseados em audiência.
"É por isso que eu digo 'Don't try to distract me with numbers / I did it all for love' (não tente me distrair com números / Eu fiz tudo por amor)", contou, sobre o verso que resume sua postura diante da indústria movida por métricas.
Ao falar de seu processo criativo, Madonna defendeu o valor das pausas e do silêncio. "Eu gosto de fazer pausas e desaparecer. É assim que você alimenta sua imaginação", afirmou. Para ela, ser artista de verdade significa viver em busca de inspiração, de novos desafios e de estímulos constantes.
Não é a primeira vez que a cantora se incomoda com a tecnologia no meio artístico. Durante a pré-estreia do curta "Confessions 2 - The Film", no Beacon Theater, em Nova York, ela pediu que a plateia guardasse os celulares. "Larguem esses malditos celulares e interajam uns com os outros", disparou na ocasião.
Segundo Madonna, a necessidade constante de documentar tudo mudou a forma como as pessoas vivem e se relacionam. O recado reforça o tom do novo trabalho, que chega às plataformas nesta sexta-feira como continuação direta do clássico "Confessions on a Dance Floor", de 2005.








