Crédito foto: Reprodução / Instagram
Clive Davis , um dos executivos mais influentes da história da música, morreu nesta segunda-feira (22), em sua casa, em Nova York. Ele tinha 94 anos. A informação foi confirmada pelo TMZ e noticiada inicialmente pelo jornal The New York Times.
A causa da morte ainda não foi divulgada. Semanas antes, em maio, Clive havia sido internado em Nova York com uma infecção respiratória. Ele recebeu alta em 4 de junho e, segundo seu representante, voltou para casa em bom estado e em recuperação.
Em uma carreira de mais de seis décadas, Clive moldou o som da música popular a partir dos bastidores. Ficou conhecido como um caçador de talentos cujo ouvido apurado mudou para sempre a forma como a indústria descobria e lançava estrelas.
Seu nome está ligado para sempre ao de Whitney Houston. Foi Clive quem apostou na cantora ainda no início dos anos 1980 e a transformou em um dos maiores fenômenos da música pop, dono de clássicos como "I Will Always Love You".
A lista de artistas que passaram por suas mãos é uma viagem pela história da música. Ele trabalhou com a rainha do soul Aretha Franklin, eternizada em faixas como "Respect", e impulsionou nomes que marcaram gerações inteiras.
Já no início dos anos 2000, Clive ajudou a revelar Alicia Keys, que estreou de forma arrasadora com "Fallin'" e se firmou como uma das grandes vozes de sua geração.
O alcance de Clive não tinha fronteiras de gênero. Ele fundou a Bad Boy Records ao lado de Sean Combs, ajudando a moldar o hip hop dos anos 1990, e também assinou, desenvolveu ou apadrinhou artistas como Janis Joplin, Barry Manilow e Bruce Springsteen.
O reconhecimento pela sua trajetória veio em vida. Clive foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame em 2000 e se tornou quase tão famoso por sua badalada gala anual de véspera do Grammy quanto pela capacidade de descobrir talentos. O teatro de 200 lugares do Grammy Museum leva o seu nome.
Mesmo após enfrentar uma paralisia de Bell em 2021, Clive seguiu ativo no mundo da música até após os seus 90 anos.
Clive Davis , um dos executivos mais influentes da história da música, morreu nesta segunda-feira (22), em sua casa, em Nova York. Ele tinha 94 anos. A informação foi confirmada pelo TMZ e noticiada inicialmente pelo jornal The New York Times.
A causa da morte ainda não foi divulgada. Semanas antes, em maio, Clive havia sido internado em Nova York com uma infecção respiratória. Ele recebeu alta em 4 de junho e, segundo seu representante, voltou para casa em bom estado e em recuperação.
Em uma carreira de mais de seis décadas, Clive moldou o som da música popular a partir dos bastidores. Ficou conhecido como um caçador de talentos cujo ouvido apurado mudou para sempre a forma como a indústria descobria e lançava estrelas.
Seu nome está ligado para sempre ao de Whitney Houston. Foi Clive quem apostou na cantora ainda no início dos anos 1980 e a transformou em um dos maiores fenômenos da música pop, dono de clássicos como "I Will Always Love You".
A lista de artistas que passaram por suas mãos é uma viagem pela história da música. Ele trabalhou com a rainha do soul Aretha Franklin, eternizada em faixas como "Respect", e impulsionou nomes que marcaram gerações inteiras.
Já no início dos anos 2000, Clive ajudou a revelar Alicia Keys, que estreou de forma arrasadora com "Fallin'" e se firmou como uma das grandes vozes de sua geração.
O alcance de Clive não tinha fronteiras de gênero. Ele fundou a Bad Boy Records ao lado de Sean Combs, ajudando a moldar o hip hop dos anos 1990, e também assinou, desenvolveu ou apadrinhou artistas como Janis Joplin, Barry Manilow e Bruce Springsteen.
O reconhecimento pela sua trajetória veio em vida. Clive foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame em 2000 e se tornou quase tão famoso por sua badalada gala anual de véspera do Grammy quanto pela capacidade de descobrir talentos. O teatro de 200 lugares do Grammy Museum leva o seu nome.
Mesmo após enfrentar uma paralisia de Bell em 2021, Clive seguiu ativo no mundo da música até após os seus 90 anos.








