Aos 83 anos, Paul McCartney continua de olho no que acontece no pop e não hesitou em comparar Taylor Swift ao fenômeno que os The Beatles protagonizaram nos anos 1960.
(Foto: MJ Kim / Shirlaine Forrest)
Em entrevista ao programa Tracks of My Years, na BBC Radio 2, o músico britânico foi perguntado sobre como enxerga a fama mundial da cantora em relação à Beatlemania. A resposta foi direta: "Dá para ver o paralelo, sabe, como a fama e a quantidade de fama e a fama mundial que Taylor Swift tem e que nós tínhamos."
Ao imaginar um papel de conselheiro, McCartney foi modesto: "Mas eu não acho que ela precisa de conselho, pra falar a verdade! Se ela pedisse, eu definitivamente daria."E sobre sua relação com a nova geração, brincou: "Sou como o irmão mais velho dessa geração. Ou, mais como o vovô, na verdade."
Encontro de gerações
A declaração ganhou ainda mais peso com uma revelação: McCartney esteve em uma festa organizada por sua esposa, Nancy Shevell, e por sua filha, a estilista Stella McCartney, onde conheceu pessoalmente algumas das maiores vozes do pop atual. Entre as presentes estavam Taylor Swift, Sabrina Carpenter, Olivia Rodrigo e Billie Eilish.
"Acabei conversando com todas elas. São pessoas muito legais... Eu gosto das vozes delas", disse Paul.
O encontro ocorreu em meio a rumores sobre uma suposta rivalidade entre Swift e Rodrigo, que, ao menos naquela noite, pareceu ficar de lado.
Uma comparação histórica
A analogia não é à toa. Os The Beatles dominaram as paradas e a cultura pop global nos anos 1960, gerando um nível de histeria coletiva - a Beatlemania - que poucos artistas chegaram perto de replicar. Taylor Swift, com sua Eras Tour quebrando recordes mundiais de bilheteria e sua capacidade de movimentar economias locais onde se apresenta, é frequentemente citada como um dos raros fenômenos de alcance comparável.
(Foto: MJ Kim / Shirlaine Forrest)
Em entrevista ao programa Tracks of My Years, na BBC Radio 2, o músico britânico foi perguntado sobre como enxerga a fama mundial da cantora em relação à Beatlemania. A resposta foi direta: "Dá para ver o paralelo, sabe, como a fama e a quantidade de fama e a fama mundial que Taylor Swift tem e que nós tínhamos."
Ao imaginar um papel de conselheiro, McCartney foi modesto: "Mas eu não acho que ela precisa de conselho, pra falar a verdade! Se ela pedisse, eu definitivamente daria."E sobre sua relação com a nova geração, brincou: "Sou como o irmão mais velho dessa geração. Ou, mais como o vovô, na verdade."
Encontro de gerações
A declaração ganhou ainda mais peso com uma revelação: McCartney esteve em uma festa organizada por sua esposa, Nancy Shevell, e por sua filha, a estilista Stella McCartney, onde conheceu pessoalmente algumas das maiores vozes do pop atual. Entre as presentes estavam Taylor Swift, Sabrina Carpenter, Olivia Rodrigo e Billie Eilish.
"Acabei conversando com todas elas. São pessoas muito legais... Eu gosto das vozes delas", disse Paul.
O encontro ocorreu em meio a rumores sobre uma suposta rivalidade entre Swift e Rodrigo, que, ao menos naquela noite, pareceu ficar de lado.
Uma comparação histórica
A analogia não é à toa. Os The Beatles dominaram as paradas e a cultura pop global nos anos 1960, gerando um nível de histeria coletiva - a Beatlemania - que poucos artistas chegaram perto de replicar. Taylor Swift, com sua Eras Tour quebrando recordes mundiais de bilheteria e sua capacidade de movimentar economias locais onde se apresenta, é frequentemente citada como um dos raros fenômenos de alcance comparável.








