A disputa judicial envolvendo o espólio de Michael Jackson segue em andamento em um tribunal de Los Angeles e ganhou um novo capítulo com uma petição de custos apresentada pelos advogados dos executores (Foto: Reprodução Instagra / via Wikipedia).
Nesta sexta-feira (9), representantes legais de John Branca e John McClain- administradores do espólio - protocolaram documentos detalhando valores que, segundo eles, devem ser reembolsados, totalizando US$ 115 mil entre despesas e honorários.
A quantia está ligada ao trabalho realizado para pesquisar e responder a uma solicitação apresentada por Paris Jackson, beneficiária do espólio.
Os autos indicam que Branca e McClain pedem, especificamente, US$ 93.924,63 em honorários e US$ 1.238,39 em custos relacionados à moção anti-SLAPP - ecurso jurídico usado nos Estados Unidos para tentar encerrar processos considerados abusivos e voltados a silenciar críticas públicas - apresentada no ano passado e aceita pela Justiça em novembro, além de outros gastos vinculados ao processo de recuperação desses montantes.
Com a decisão favorável, o tribunal derrubou alegações feitas por Paris, de 27 anos, em uma petição de julho.
Em resposta, uma porta-voz de Paris caracterizou o pedido como uma tentativa de retirar mais dinheiro da família.
“Há meses, Paris Jackson tem trabalhado para apurar o que parecem ser discrepâncias preocupantes e irregularidades financeiras na administração do espólio de seu pai”, afirmou em declaração à People.
“Não é surpresa que os administradores e seus advogados estejam usando todas as ferramentas à sua disposição para retirar ainda mais dinheiro da família Jackson e usá-lo para encher os próprios bolsos. Paris permanece firme e continuará lutando por transparência, responsabilidade e justiça para sua família", acrescentou o porta-voz.
Paris é beneficiária do espólio junto com seus irmãos Prince, 28, e Bigi, 23. Em novembro, ela entrou com um novo documento judicial alegando que Branca e McClain abusaram de suas funções como administradores do espólio para aumentar ganhos pessoais.
Entre os pontos citados, ela afirma que, apenas em 2021, eles teriam recebido mais de US$ 10 milhões em compensação a partir do espólio do Rei do Pop, valor que, segundo a alegação, teria sido “mais do que o dobro do valor distribuído a qualquer beneficiário da pensão familiar.”
Do outro lado, os administradores apresentaram, em outubro, uma moção afirmando que Paris teria recebido aproximadamente US$ 65 milhões em benefícios provenientes do espólio.
Os documentos também mencionam que Michael Jackson tinha mais de US$ 500 milhões em dívidas quando morreu em 2009, e que os executores dizem ter transformado a estrutura financeira deixada pelo artista em uma operação relevante na indústria da música.
Nesta sexta-feira (9), representantes legais de John Branca e John McClain- administradores do espólio - protocolaram documentos detalhando valores que, segundo eles, devem ser reembolsados, totalizando US$ 115 mil entre despesas e honorários.
A quantia está ligada ao trabalho realizado para pesquisar e responder a uma solicitação apresentada por Paris Jackson, beneficiária do espólio.
Os autos indicam que Branca e McClain pedem, especificamente, US$ 93.924,63 em honorários e US$ 1.238,39 em custos relacionados à moção anti-SLAPP - ecurso jurídico usado nos Estados Unidos para tentar encerrar processos considerados abusivos e voltados a silenciar críticas públicas - apresentada no ano passado e aceita pela Justiça em novembro, além de outros gastos vinculados ao processo de recuperação desses montantes.
Com a decisão favorável, o tribunal derrubou alegações feitas por Paris, de 27 anos, em uma petição de julho.
Em resposta, uma porta-voz de Paris caracterizou o pedido como uma tentativa de retirar mais dinheiro da família.
“Há meses, Paris Jackson tem trabalhado para apurar o que parecem ser discrepâncias preocupantes e irregularidades financeiras na administração do espólio de seu pai”, afirmou em declaração à People.
“Não é surpresa que os administradores e seus advogados estejam usando todas as ferramentas à sua disposição para retirar ainda mais dinheiro da família Jackson e usá-lo para encher os próprios bolsos. Paris permanece firme e continuará lutando por transparência, responsabilidade e justiça para sua família", acrescentou o porta-voz.
Paris é beneficiária do espólio junto com seus irmãos Prince, 28, e Bigi, 23. Em novembro, ela entrou com um novo documento judicial alegando que Branca e McClain abusaram de suas funções como administradores do espólio para aumentar ganhos pessoais.
Entre os pontos citados, ela afirma que, apenas em 2021, eles teriam recebido mais de US$ 10 milhões em compensação a partir do espólio do Rei do Pop, valor que, segundo a alegação, teria sido “mais do que o dobro do valor distribuído a qualquer beneficiário da pensão familiar.”
Do outro lado, os administradores apresentaram, em outubro, uma moção afirmando que Paris teria recebido aproximadamente US$ 65 milhões em benefícios provenientes do espólio.
Os documentos também mencionam que Michael Jackson tinha mais de US$ 500 milhões em dívidas quando morreu em 2009, e que os executores dizem ter transformado a estrutura financeira deixada pelo artista em uma operação relevante na indústria da música.








