Que como é fato, Que bebo não nego; Trago quando puder. Viver é o vício Que largo quando quiser. ê ô
Ninguém pode dizer do futuro, Ninguém tá seguro, Ninguém tem razão... ê ô
Avidamente Experimento a vida, A mente apaixonada, Mente quem me estende a mão
Com o dedo em riste E a verdade em punho Eu dou testemunho Da moral pagã
O caga regra não diferencia O que é covardia E o que é sensatez... ê ô
Não quero ir pro céu, Eu quero é ir pro samba; O diabo é que a diamba Me faz ver que aqui tá bom.
Segura o passo; E se morrer na quarta-feira Vê se enterra minhas cinzas Num surdo de marcação.
Não quero ir pro céu, Eu quero é ir pro samba; O diabo é que a diamba Me faz ver que aqui tá bom.
Segura o passo; Se passar de quarta-feira Me acabo na Paraíba No forró de São João
Compositor: Gustavo Corga Acioli Lopes (Gustavo Acioli) (AMAR)Publicado em 2004 (01/Out)ECAD verificado obra #16462245 e fonograma #709119 em 23/Abr/2024