Quando chega, finjo não existir imóvel, te deixo me dar a vida não quero viver atrár de um vidro preciso ser amado outra vez
Sinto o pé no mundo, patrulheiro do espaço ilusão de poder absoluto voltando ao quadrante gama de onde parti preciso ser restalrado sem apressar a arte deixar fluir de seus dedos o mais belo que possa conseguir
Sei que não sou o que pensei brinquedos não duram pra sempre ouço uma voz me dizendo Ao infinito e além!