Olha os meus olhinhos cheios d?água até parecem duas lagoinhas Querendo afogar a minha mágoa Saudade de você minha filhinha Sinto você no estrado Te vejo na imaginação Eu trago sempre o seu retrato Pregado na parede do meu coração
?cê não tem pena ?cê não tem pena Com esse tipo de amor que me envenena
Teu amor pra mim é uma cadeia Sem liberdade de viver a vida Eu vivo que nem mosca numa teia Esperando a hora de ser comida Da fome você é meu prato Minha boa alimentação Eu trago sempre o seu retrato Pregado na parede do meu coração
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Luiza - Rio de Janeiro
Compositores: Antonio Barros Silva (Antonio Barros) (SOCINPRO), Mary Maciel Ribeiro (Ceceu) (SOCINPRO)Editor: Warner (UBC)Publicado em 1999 (30/Jan) e lançado em 1998 (01/Mai)ECAD verificado obra #140484 e fonograma #401952 em 04/Abr/2024